| Lembrança do voar de um amigo passarin! |
Morro, sou borboleta.
Morro, viro um pássaro;
no seu mais alto voo, deslembro que fui finito.
Morro, sou uma serpente;
de repente, rastejo nas insignificâncias do viver.
Vivo, na liberdade dos melhores jardins.
Vivo, no voar das mais belas paisagens.
Vivo, em cada ser que habitava em mim.
Morrer será viver?
Viver será morrer?
Na dimensão infinita do amar,
(a mor)te!